BOGOTÁ — Uma mulher de 45 anos 'ressuscitou' quando o corpo era preparado para o sepultamento em uma funerária da cidade colombiana de Cali, informa a imprensa local.
O caso surpreendente, descrito pelos médicos como "síndrome de Lázaro", aconteceu na madrugada de terça-feira, cinco horas depois da mulher ter sido declarada morta na clínica em que havia sido internada na segunda-feira em estado grave, por uma doença neurológica.
"Os instrumentos eletrônicos aos quais a paciente estava conectada mostravam que não tinha pressão arterial, nem frequência cardíaca", afirmou o médico Miguel Ángel Saavedra.
Ele explicou que o médico responsável pelo caso e a enfermeira chefe da clínica assinaram o atestado de óbito. Pouco depois, funcionários de uma funerária levaram o corpo, que seria preparado para o enterro.
"Quando seria aplicado o formol, a paciente começou a respirar novamente e a fazer movimentos", disse Saavedra.
"Não há uma explicação científica para o fato", completou.
A mulher, que não teve a identidade revelada, foi novamente internada na mesma clínica e e está em coma.
Feira de Luxo Apresenta Caixão de Ouro que Custa Quase R$ 700 mil
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Um caixão de ouro equipado com um telefone celular foi apresentado na semana passada na Feira Internacional de Luxo, em Verona (Itália). Ele custa 280 mil euros (equivalente a R$ 683,6 mil). Segundo os idealizadores, o caixão conta com celular para uma eventualidade de a pessoa ter sido enterrada viva. Dessa forma, ela pode enviar mensagens aos parentes.
Dono de Funerária Faz Protesto Inusitado com Caixões na Porta da Prefeitura de Patos/PB
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O comerciante Marcos Antônio Guimarães chamou a atenção de todos os moradores da cidade de Patos, sertão da Paraíba. Acusando a gestão de Nabor Wanderley não ter saldado dívidas com a Funerária Monte Sinai, o empresário levou vários urnas funerárias (caixões) para porta da prefeitura como forma de protestar e receber o que segundo ele, é do seu direito.
Já o Prefeito de Patos, Nabor Wanderley (PMDB), concedeu entrevista as rádios locais negando que a Prefeitura esteja devendo à funerária.
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